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Operação do MP mira 'QG da propina' no governo Crivella



Equipes do Ministério Público Estadual (MP-RJ) e da Polícia Civil cumprem desde o início da manhã mandados de busca e apreensão devido a investigação que apura a criação de um balcão de negócios na prefeitura do Rio para a liberação de verbas a empresas mediante pagamento de propina.


O prefeito Marcelo Crivella é alvo da investigação, razão pela qual as ordens de busca e apreensão foram dadas pela desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio, Rosa Maria Helena Guita. Entre os 17 alvos da operação de hoje, estão a sede da Riotur, na Barra da Tijuca, e as residências do presidente da entidade, Marcelo Alves, e de seu irmão, Rafael Alves. No local, pelos menos 15 agentes fazem as buscas.


Às 6h, policiais civis chegaram à Cidade das Artes, onde fica a sede da Riotur. Os agentes tiveram que pular o portão ao se depararem com eles trancados. Apenas 15 minutos depois, em presença dos seguranças, eles puderam entrar e dar início à operação. As buscas tiveram início no local poucas horas antes de um evento que contaria com a presença de Crivella. Às 9h, o prefeito do Rio daria posse a 58 profissionais da Saúde. O evento não terá mais a presença de Crivella, segundo assessores do prefeito. Os policiais saíram da Cidade das Artes com papéis ao fim da operação, por volta das 9h30.

A a investigação está baseada na colaboração premiada do doleiro Sérgio Mizrahy, preso pela operação Câmbio, Desligo no ano passado. Homologada pelo Tribunal de Justiça do Rio, a delação se referiu a um “QG da Propina” operando dentro da Riotur e apontou o empresário Rafael Alves como o operador do suposto esquema no município.




(O Globo)

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